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Textos para ler devagar

O símbolo levado a sério: sonhos, o profano e o sagrado, significados resgatados, imagens que se repetem. Provocações da casa.

Pintura a óleo de um relevo antigo de pedra, uma marmota enrolada em círculo mordendo a própria cauda como um ouroboros, luz dourada baixa contra sombra índigo.

Vanessa Monteiro · 12 de agosto de 2026

Você está preso no Dia da Marmota?

No Feitiço do Tempo, o loop só quebra quando Phil devolve o que carrega. O Poimandres contava essa história antes do cinema, e a Roda da Fortuna repete o mesmo giro no tarot.

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Pintura a óleo de uma espada antiga cravada na terra ao entardecer, com trigo dourado e tecido dobrando ao vento ao redor da lâmina.

Vanessa Monteiro · 12 de agosto de 2026

Espadas não são o que te disseram

Espadas = mente, Paus = fogo criativo: essa atribuição nasceu há 130 anos, na Golden Dawn. As escolas antigas diziam outra coisa, e um sonho pede a gramática antiga.

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Pintura a óleo de uma mulher serena de perfil, manto azul-índigo, mãos sobre um pergaminho meio enrolado, diante de um véu bordado de romãs.

Vanessa Monteiro · 12 de agosto de 2026

A Sacerdotisa, lida devagar

Entre duas colunas, um véu de romãs no lugar de uma porta e um pergaminho meio enrolado: a carta da Lua, olhada devagar, para além de "intuição" e "mistério".

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